Testemunho

Uma experiencia única, ser voluntario na ONG Ser de Aleluia.
“Servir, Educar, Recomeçar”
 
 
O testemunho de Simon VANDEPUTTE, atualmente voluntario na ONG ser de Aleluia (Vidigal) há 4 meses.
 
 
  • Como cheguei na ONG.
 
Sou um francês de 27 anos morando no Rio há 6 meses.
Vivo em Ipanema com minha mulher quem trabalha. Estou procurando um emprego (na minha área de administração de empresas) o que se revelou ser uma coisa bem complicada por causa de problemas de Visto e também da atual crise financeira.
 
Isso me deixa tempo livre para me dedicar a outras atividades e decidi ajudar ás pessoas que necessitam no Rio. A maneira mas eficiente era de trabalhar como voluntario em uma ONG. Falei disso com as pessoas que conhecia aqui e uma amiga inglesa me falou que trabalhava como voluntaria na favela de Vidigal mas não podia seguir porque estava gravida.
 
Ela dava aulas de inglês dois dias por semana coisa que posso fazer porque falo inglês fluentemente. O problema era a localização da escola. Ela fica no alto da favela Vidigal. Com todas as coisas que podemos ler no jornal o ver na televisão, estava com medo de ir lá e pegar uma bala perdida o outra coisa. Minha amiga me explicou que isso era “preconceito”, que ela nunca teve problema e que para a primeira vez uma pessoa da ONG me acompanharia. Ela conseguiu me convencer e então aceitei a proposta.
 
 
 
  • Meus primeiros passos na ONG
 
Uma vez que aceitei, entrei em contato com a presidente da ONG (Elma) para nos organizar. Ela ficou muito feliz de saber que uma nova pessoa estava preparada a substituir a professora de Inglês durante sua ausência. Combinamos de um lugar para nos encontrar e ir juntos na ONG. Meus primeiros contatos come Elma foram muito positivos. Ela é uma pessoa inteira e que se dédica para ajudar os outros. Gostei de sua maneira de pensar e de quer mudar as coisas.
 
Aquele dia, ela me explicou como funciona a ONG, sua historia antes de me apresentar a minha futura classe. Tinha umas vinte crianças esperando para a aula começar. Elma falou com eles durante cinco minutos antes de me deixar sozinho. Fiquei um pouco sorprendido mas foi para mim uma oportunidade legal de saber qual era o nível deles mas também minha habilidade de ensinar Inglês a eles. Descobri rapidamente que o nível de educação era muito diferente de um aluno a um outro alguns tinham muita vontade de aprender, outros mas de brincar. Me deu conta também que os básicos da linguá Inglesa não eram dominados por uma grande parte deles.
 
Na ONG, tem aulas de inglês cada terça-feira e quinta-feira de manha e de tarde. Na turma da manha estou sozinho, mas de tarde, já tem uma professora há muito tempo. E a filha da Elma quem morou dois anos nos Estados-Unidos e fala perfeitamente bem inglês. Ela falou que precisava de ajuda durante suas aulas porque tem ainda mas crianças de tarde (30 – 35).
Então foi com ela de tarde para dar aula juntos e foi muito interessante. Temos um estilo bem diferente mas complementário. Dois professores, não é demais para 30 crianças de níveis muito diferentes.
 


  • Meu papel agora
 
Agora, tenho o habito de ir para dar aulas dois dias por semana na ONG. As crianças me conhecem agora e me respeitam. Se darão conta que podem aprender uma nova linguá com prazer. Quando tem uma problema, Elma me ajuda para o resolver.
De tarde sempre estou com a Quénia e de manha sozinho. Sozinho, não é realmente a verdade... Encontro cada dia muita gente com vontade de ajudar em este tipo de organização. Eu falo muito com amigos encorajando eles a vir ao menos uma vez para ver como funciona a ONG mas também para terminar com preconceitos sobre favelas. Tem muitos que aceitam e vem comigo para ao menos uma aula. E muito interessante para as crianças que descobrem novas pessoas de países diferentes. Sempre faco o exercício de “perguntas-respostas” em inglês. Fica sempre muito engraçado e enriquecente.
 
Alem disso, ajudei para a organização e a animação de varias festas como “O dia das crianças” o “A festa de natal”. Fico sempre muito contente e satisfeito de ver as crianças felizes com coisas muito simples.
 
Em fim, ajudei para as obras na Escola. Existe um projeto de construir um campinho de futebol atrás da Escola. Me deu conta que não tem nenhum lugar para brincar na Vidigal e este espaço seria uma oportunidade realmente legal para as crianças.
Cada Sábado, Antônio (o marido da Elma) com vários amigos trabalham para isso. Um dia, ele me informou que precisava de mas pessoas para ajudar. Decidi procurar para amigos que seriam preparados dedicar um Sábado entero para isso. Achei 3 pessoas e combinamos com Antônio. Fomos lá para ajudar o dia tudo. Foi uma experiencia bem legal e eficiente e rica em ensinos para todos. Já marcamos para um outro dia de obras...
 
Agora que conheço bem a organização, e que acredito muito em ela, tenho muito mas projeitos. Quero utilizar minha formação em administração de empresas procurando patrocinadores, melhorando a comunicação...
 
 
 
  • Minha análise dessa experiencia.
 
Acho minha experiencia na ONG Ser de Aleluia realmente interessante em muitos aspeitos. Encontrei também pessoas extraordinárias nessa ONG muito generosas e que dedicam uma grande parte da sua vida para ajudar os outros. Isso me permiti encontrar pessoas diferentes que me daram uma outra vista do Brasil.
 
Também, essa experiencia me permite ajudar as crianças da Vidigal que precisam e oferecer a eles a oportunidade de aprender as bases do inglês para logo integrar a “Cultura Inglesa” (a ONG tem um acordo com aquele instituto e oferece a matriculação de graça para as crianças que merecem). Não é sempre fácil mas me sento útil e acho que as aulas ajudam realmente alguns deles. Eles me aprendem cada vez muito com sua vontade de correr bem. O Inglês consiste para eles uma porta de saída e uma esperança de sucesso profissional.
 
A Vidigal é talvez uma favela privilegiada mas me deu conta que a vida em essa favela fica muito diferente do que podemos ver na televisão. Tem muitas pessoas boas que tem vontade de fazer as coisas certas.
 
Como já expliquei antes, comecei só dando aulas de inglês mas agora estou envolvido em mas projetos o que gosto muito. Gostaria de seguir participando no desenvolvimento dessa ONG.
 

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SER - Alzira de Aleluia. Servir, Educar, Recomeçar.

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